Após anúncio da Petrobras, preço da gasolina “cai” até R$ 0,30 em Dourados

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Em Dourados, os postos de combustíveis abaixaram o preço do litro da gasolina. Os novos valores que variam de R$ 4,85 a R$ 5,39 foram aplicados após a Petrobras aprovar estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina. A nova política encerra a subordinação dos valores ao preço de paridade de importação e foi divulgada no dia (15) -relembre aqui-.

Durante levantamento, o Dourados News constatou que ao menos sete estabelecimentos em distintas regiões da maior cidade do interior de Mato Grosso do Sul já adotaram novos valores.

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No dia 17, um posto situado na rua Eulália Pires, região da Vila Cachoerinha, praticava o valor de R$ 5,05 (litro do produto) e nesta segunda-feira (22), o mesmo custa R$ 4,85. Em um posto na rua Aziz Rasselen, região do Jardim Flórida, o valor era de R$ 5,59 no dia 17 e de R$ 5,39 atualmente. No mesmo período, um posto situado na avenida Guaicurus alterou o valor de R$ 5,19 para R$ 5,04.

Outro estabelecimento situado na rua Monte Alegre, Jardim Tropical alterou o valor do produto de R$ 4,99 para R$ 4,89. Já na área central, um posto na avenida Marcelino Pires cruzamento com a rua Toshinobu Katayama modificou o preço de R$ 5,29 para R$ 4,99 [podendo chegar a R$ 4,79 com desconto a vista], outro estabelecimento situado na avenida Marcelino Pires com a rua dos Caiuás, de R$ 5,39 para R$ 5,22 e em outro também na avenida Marcelino cruzamento com a rua Mato Grosso, o valor chega a R$ 4,79 com desconto a vista.

No final de abril, o litro do produto chegava a custar R$ 5,80 em Dourados. Na época a diferença entre o menor preço encontrado na gasolina comum (R$ 4,69) e o maior preço (R$ 5,80) foi de 23,7 % -relembre aqui-.  

Ainda segundo o divulgado pela Petrobras, o custo alternativo do cliente contempla alternativas de suprimento por fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos.

Já o custo marginal da Petrobras se baseia no custo das diversas alternativas para a empresa, entre elas a produção, importação e exportação do produto.

As premissas, segundo nota divulgada pela empresa, são preços competitivos por polo de venda, participação “ótima” da Petrobras no mercado, otimização dos seus ativos de refino e rentabilidade de maneira sustentável.

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