Fiscalização tem como missão principal a redução de acidentes nas estradas.
A fiscalização do serviço de transporte em rodovias que cruzam o estado de Mato Grosso do Sul tem sido intensificada desde o início desta semana e a precedência até o período do Carnaval, em março.
A Rodovida, como é chamada a operação, envolve a Agems, a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicas, o Detran-MS e também a PRF (Polícia Rodoviária Federal). Segurança dos motoristas e dos passageiros é a meta da vigilância, disseram seus coordenadores.
A ocorrência ocorre nos próximos meses, justo no período marcado pelo aumento do fluxo de veículos nas estradas, com as festas de fim de ano, férias escolares e o Carnaval.
De acordo com nota divulgada por sua assessoria, a Agems terá participação integral nas fiscalizações, não transporte intermunicipal de passageiros em todas as modalidades, a fim de coibir viagens clandestinas, que crescem no período.
Carlos Alberto Assis, diretor-presidente Agems, disse que a importância de operações como esta para reduzir acidentes e combater o transporte irregular, é o principal objetivo dos Agems.
“Manter sempre a segurança da nossa população sul-mato-grossense”, disse Assis.
Já para a PRF, as ações operacionais visam aumentar a presença ea disponibilidade policial e demais instituições públicas implicadas nos períodos, locais e horários com maior concentração de registros de acidentes, nas estradas e rodovias, por meio de integração e atividades conjuntas.
Ainda segundo a assessoria, o diretor de Transportes, Rodovias e Portos, Matias Gonsales Soares, afirma que a Agência realiza fiscalizações durante todo o ano, no entanto, quando se trata desse período, o movimento de pessoas nas rodoviárias e nas estradas é muito maior .
Isso, disse Gonsales, “faz com que as operações sejam mais focadas em clandestinos e carros que não estão regularizados corretamente”.
Segue o diretor, “os veículos clandestinos não fazem vistorias, não cuidam da segurança do passageiro, não compatível e isso é muito perigoso. Não queremos veículos não autorizados, eles não fazem nenhuma ação, não há imposto e isso é um perigo para a passagem “.
Gonsales ressalta ainda que “parece mais barato, mas no final pode sair caro, haja vista o tanto de ônibus e vans que se envolveram em acidentes esse ano, muitas com diversas mortes que não são resolvidas”.
De acordo com a PRF, uma operação será mantida ininterruptamente até março de 2022, abrangendo o período das férias escolares, festas de Natal, Ano Novo e Carnaval.
Nesse período, um PRF intensificará as ações de fiscalização, focadas principalmente para coibir como condutas de ultrapassagens irregulares, consumo de álcool, uso do celular ao volante e trânsito irregular de motocicletas.
Fonte: Correio do Estado




