O governador Reinaldo Azambuja autorizou a contratação de projetos básicos e executivos para expandir o fornecimento de gás natural por dois novos ramais.
O Ramal Ribas do Rio Pardo irá abastecer a nova fábrica de celulose, com suprimento de 250 mil m³ de gás por dia, na primeira fase do projeto, e previsão de dobrar o volume em cinco anos. O investimento total é estimado em R$ 51 milhões.
E com investimento previsto de R$ 50 milhões, o Ramal Sul vai levar o combustível até Sidrolândia. A intenção é posteriormente estender esse ramal para Maracaju, Dourados e Rio Brilhante.
O ramal até Sidrolândia terá 45 quilômetros. A captação de clientes industriais e comerciais está prevista para o período 2023-2024. Já o Ramal Ribas do Rio Pardo terá 42 quilômetros e o início do fornecimento de gás natural está previsto para o 2º semestre de 2023.
O governador Reinaldo Azambuja explicou que a ampliação dos ramais faz parte de uma estratégia de buscar mais clientes para que a estatal continue sendo lucrativa, valorizando o dinheiro do contribuinte, além de incentivar o consumo de combustíveis limpos.
“A empresa do Estado tem que dar resultado. Quando a gente fala que deu lucro é porque deu resultado. O Brasil tem uma enormidade de empresas estatais e quase todas dão prejuízo. Quem paga a conta somos nós brasileiros. Diferente da MSGÁS que teve uma visão, após o início do nosso governo, de que ela precisa vender gás. Tínhamos 2 mil clientes, passamos para 10 mil”, disse.
“Quando a gente prospecta lançar dois editais de novos ramais de gasoduto é justamente para ampliar a venda, buscar mais clientes, mais consumidores de gás para potencializar aquilo que é função da empresa: vender gás. Quanto mais gás a gente vender, melhor será o resultado”, prosseguiu o governador. Ele também lembrou que a importação do gás natural boliviano é responsável por 16% da principal fonte receita de Mato Grosso do Sul, o ICMS.






